EXPERIÊNCIA & JORNADA

A inclusão não acontece em um momento. Ela acontece em toda a jornada.

Identificamos barreiras, fricções e oportunidades ao longo da experiência do colaborador para transformar processos, interações e ambientes em uma jornada mais clara, acessível e neuroinclusiva.

Uma pessoa pode ter uma ótima experiência no recrutamento e encontrar barreiras no onboarding. Pode ter um gestor preparado e enfrentar um processo inacessível.

Pode receber uma adaptação e continuar trabalhando em um ambiente que gera sobrecarga.

A EXPERIÊNCIA É a soma de centenas de pequenas interações.
Jornada ponta a ponta
Barreiras invisíveis
Redesenho de processos
JOURNEY MAP

Uma experiência. Muitos pontos de contato.

Jornada do colaborador
01
Atração PRIMEIRO CONTATO

Como a organização comunica oportunidades e expectativas.

clarezalinguagem
02
Seleção

Como competências são avaliadas e quais formatos são exigidos.

previsibilidadeformato
03
Onboarding PONTO DE ATENÇÃO

Como informações, relações e expectativas são apresentadas.

sobrecargainformaçãoritmo
05
Desenvolvimento

Como potencial, performance e oportunidades são reconhecidos.

feedbackcarreira
06
Permanência

O que faz a pessoa conseguir participar, entregar e permanecer.

pertencimentocontinuidade
!
O RISCO INVISÍVEL

Uma organização pode ser inclusiva em uma etapa e criar uma barreira na etapa seguinte.

MAPA DA JORNADA

Onde a experiência começa a gerar fricção?

Escolha uma etapa da jornada e veja algumas das perguntas que usamos para identificar barreiras que nem sempre aparecem nos processos formais.

O objetivo não é tornar tudo diferente. É identificar esforço que não agrega valor.
JORNADA DO COLABORADOR Selecione uma etapa
ETAPA EM ANÁLISE

Atração & candidatura

01

Antes mesmo de uma pessoa se candidatar, linguagem, estrutura da vaga e expectativas implícitas já podem ampliar ou reduzir sua possibilidade de participação.

O QUE OBSERVAMOS Perguntas que ajudam a enxergar a experiência real.
01

A descrição da vaga diferencia requisitos essenciais de preferências?

02

A linguagem utilizada é clara ou depende de códigos culturais implícitos?

03

A pessoa entende o que acontecerá depois que se candidatar?

04

Existem caminhos para solicitar apoio ou acessibilidade?

POSSÍVEL FRICÇÃO
“A vaga parece não ser para alguém como eu.”

Exigências desnecessárias, linguagem vaga ou expectativas pouco explícitas podem afastar pessoas antes mesmo do processo começar.

FOCO DE REDESENHO

Tornar expectativas e caminhos mais explícitos.

Revisar linguagem, critérios, instruções e alternativas para reduzir barreiras antes do primeiro contato com a organização.

CLAREZA LINGUAGEM ACESSIBILIDADE

Uma barreira na jornada pode existir muito antes de alguém entrar pela porta da empresa.

JORNADA DESENHADA ≠ JORNADA VIVIDA

O processo pode funcionar exatamente como foi desenhado e ainda assim gerar uma experiência difícil.

É por isso que olhamos simultaneamente para processo, ambiente, comunicação, liderança e experiência.

Ver onde as fricções aparecem
ONDE SURGEM AS FRICÇÕES

O processo pode estar correto e a experiência ainda assim ser difícil.

Muitas barreiras não aparecem em políticas ou fluxogramas. Elas surgem na forma como informações são interpretadas, mudanças acontecem, ambientes funcionam e decisões são tomadas.

É a diferença entre processo desenhado e experiência vivida.
01 PROCESSO FORMAL

“O processo está correto.”

Política, fluxo, sistema e responsabilidade estão definidos.

02 EXPERIÊNCIA REAL

“Mas como a pessoa vive isso?”

A experiência depende de linguagem, contexto, ambiente e interpretação.

03 FRICÇÃO

“Existe algo dificultando participação?”

Surge esforço adicional que não contribui para o resultado esperado.

PONTO CRÍTICO
04 CONSEQUÊNCIA

Esforço que se acumula.

Insegurança, desgaste, perda de participação e menor sustentabilidade.

A pergunta não é apenas “o processo funciona?” mas também “quanto esforço é necessário para conseguir atravessá-lo?”

SEIS PADRÕES RECORRENTES

Pequenas fricções podem parecer irrelevantes isoladamente. Quando se repetem todos os dias, deixam de ser pequenas.

01
?

Ambiguidade

“Depois conversamos.”

Informações vagas, expectativas implícitas e instruções abertas exigem que a pessoa descubra sozinha o que realmente é esperado.

PODE GERAR insegurança · retrabalho · interpretação
02

Imprevisibilidade

“A agenda pode mudar.”

Alterações constantes, pouca antecedência e ausência de referência tornam mais difícil organizar atenção, energia e prioridades.

PODE GERAR sobrecarga · ansiedade · perda de foco
03

Excesso de estímulos

“O ambiente é assim mesmo.”

Ruído, interrupções, iluminação, reuniões contínuas ou excesso de notificações podem consumir recursos sem contribuir para a tarefa.

PODE GERAR fadiga · distração · redução de participação
04
“ ”
FREQUENTE

Dependência de interpretação

“Você precisa sentir o clima.”

Quando regras importantes dependem de leitura social, contexto ou códigos invisíveis, diferentes pessoas recebem informações muito diferentes.

PODE GERAR exclusão · erro de leitura · desigualdade de acesso
05

Comunicação exclusivamente verbal

“Expliquei na reunião.”

Informações importantes transmitidas apenas verbalmente podem desaparecer depois da conversa ou ser compreendidas de formas diferentes.

PODE GERAR perda de informação · retrabalho · dependência
06

Rigidez de processo

“É assim para todo mundo.”

Um único caminho pode criar barreiras quando o resultado poderia ser alcançado de outra forma sem comprometer o objetivo.

PODE GERAR barreira · dependência · perda de autonomia
O EFEITO ACUMULADO

Uma pequena barreira pode parecer administrável. Dez pequenas barreiras por dia mudam a experiência.

Por isso, não analisamos apenas eventos isolados. Observamos como diferentes fricções se combinam ao longo do tempo.

CARGA DA EXPERIÊNCIA Mesmo objetivo. Esforços diferentes.
01 Tarefa
esforço necessário
+
02 Ambiguidade
esforço adicional
+
03 Ambiente
esforço adicional
+
04 Interpretação
esforço adicional
RESULTADO A tarefa permanece igual. A carga para executá-la, não.
03
O PRINCÍPIO

O objetivo não é eliminar todo esforço da experiência.

É reduzir esforço que não contribui para o resultado.

Ver os princípios da experiência neuroinclusiva
MODELO DE EXPERIÊNCIA NEUROINCLUSIVA

Seis princípios para uma experiência mais clara, acessível e sustentável.

Uma experiência neuroinclusiva não significa criar um processo diferente para cada pessoa. Significa desenhar condições que reduzam barreiras desnecessárias e ampliem participação.

O princípio Menos esforço para navegar o sistema. Mais energia para realizar o trabalho.
01
COMPREENDER

Clareza

Reduzir ambiguidades, expectativas invisíveis e dependência de interpretação.

PERGUNTA “A pessoa sabe claramente o que é esperado?”
02
ANTECIPAR

Previsibilidade

Aumentar compreensão sobre o que acontecerá, quando acontecerá e o que pode mudar.

PERGUNTA “A pessoa consegue se preparar para o que vem depois?”
03
ADAPTAR

Flexibilidade

Permitir caminhos diferentes para alcançar objetivos equivalentes quando a forma tradicional cria uma barreira desnecessária.

PERGUNTA “Existe outra forma de chegar ao mesmo resultado?”
04
PARTICIPAR
PRINCÍPIO CENTRAL

Acessibilidade

Considerar comunicação, ambiente, tecnologia, processos e interação como partes da experiência.

PERGUNTA “Existe algo impedindo participação que poderia ser removido?”
05
ESCOLHER

Autonomia

Dar informação, referências e opções suficientes para que pessoas consigam tomar decisões sobre sua própria experiência.

PERGUNTA “A pessoa sabe quais opções existem e como acessá-las?”
06
SUSTENTAR

Continuidade

Evitar que uma boa experiência dependa exclusivamente de uma pessoa, gestor ou solução improvisada.

PERGUNTA “Essa experiência continuaria funcionando se o contexto mudasse?”
PRINCÍPIO DO MODELO CA / EX 06

Uma experiência neuroinclusiva não busca retirar toda dificuldade.

Ela reduz esforço desnecessário sem reduzir expectativa de resultado.

O QUE MUDA NO DESENHO

O objetivo permanece. O caminho pode ser melhor.

ABORDAGEM RÍGIDA
PESSOA
PROCESSO
RESULTADO

A pessoa precisa se adaptar ao caminho, mesmo quando a forma não é essencial para o resultado.

EXPERIÊNCIA NEUROINCLUSIVA
PESSOA
CAMINHO A CAMINHO B
RESULTADO

Quando possível, diferentes caminhos permitem alcançar o mesmo objetivo com menos barreira.

OS SEIS PRINCÍPIOS
01 Clareza
02 Previsibilidade
03 Flexibilidade
04 Acessibilidade
05 Autonomia
06 Continuidade
Ver como redesenhamos a jornada
COMO REDESENHAMOS A JORNADA

Da fricção identificada para uma experiência melhor desenhada.

A jornada pode ser analisada por inteiro ou começar em uma etapa específica. O trabalho combina escuta, evidências, processos e desenho de soluções para transformar pontos de fricção em melhorias aplicáveis.

Não existe pacote obrigatório. A profundidade da jornada acompanha o desafio da organização.
UMA JORNADA PODE COMEÇAR EM DIFERENTES PONTOS

Podemos mapear uma etapa específica ou observar a experiência ponta a ponta.

Em alguns contextos, o problema já está claro. Em outros, precisamos primeiro descobrir onde a experiência começa a exigir esforço desnecessário.

01 Entender Onde está a fricção?
02 Redesenhar O que precisa mudar?
03 Testar A mudança funciona?
04 Sustentar Como incorporar ao sistema?
POSSÍVEIS ENTREGAS

O projeto pode combinar diferentes frentes, dependendo do que precisamos descobrir ou transformar.

01

Mapeamento de jornada

Identificamos etapas, atores, decisões, pontos de contato e momentos críticos ao longo da experiência.

ENTREGA Journey map visual + pontos críticos
02

Entrevistas & escuta

Ouvimos colaboradores, gestores e áreas responsáveis para entender como a jornada é realmente vivida.

ENTREGA Padrões de experiência + evidências qualitativas
03

Auditoria de touchpoints

Revisamos comunicações, formulários, políticas, ambientes, sistemas e interações relevantes.

ENTREGA Mapa de barreiras por ponto de contato
04
TRANSFORMAÇÃO

Redesenho de processos

Estruturamos mudanças em etapas que criam barreiras desnecessárias sem comprometer objetivo, governança ou resultado.

ENTREGA Processos redesenhados + recomendações práticas
05

Blueprint da experiência

Conectamos pessoa, processo, liderança, People, ambiente e tecnologia para enxergar dependências invisíveis.

ENTREGA Service blueprint da jornada
06

Recomendações priorizadas

Organizamos oportunidades considerando impacto, esforço, risco, urgência e viabilidade organizacional.

ENTREGA Matriz de priorização + roadmap
07

Pilotos

Testamos mudanças em pequena escala antes de ampliar para toda a organização.

ENTREGA Hipótese + teste + aprendizado
08

Governança

Definimos responsabilidades, critérios, referências e mecanismos para sustentar a experiência ao longo do tempo.

ENTREGA Papéis, ritos e indicadores de acompanhamento
MAIS DO QUE UM JOURNEY MAP

Uma experiência depende de muito mais do que aquilo que a pessoa vê.

Por isso, quando necessário, conectamos a experiência vivida às estruturas que a sustentam.

PESSOA
O que vê
O que ouve
O que precisa fazer
LIDERANÇA
Orientações
Decisões
Acompanhamento
PEOPLE
Políticas
Processos
Suporte
SISTEMAS
Tecnologia
Fluxos
Informação
AMBIENTE
Espaço
Estímulos
Rotina
NEM TUDO PRECISA MUDAR AO MESMO TEMPO

Depois de enxergar a jornada, priorizamos onde agir primeiro.

IMPACTO
ALTO IMPACTO
BAIXO ESFORÇO
PRIORIDADE
ALTO IMPACTO
ALTO ESFORÇO
PLANEJAR
BAIXO IMPACTO
BAIXO ESFORÇO
OPORTUNIDADE
BAIXO IMPACTO
ALTO ESFORÇO
REAVALIAR
ESFORÇO →
CRITÉRIOS
01 Impacto Quanto a mudança pode melhorar a experiência?
02 Esforço Quanto custa implementar?
03 Risco O que acontece se nada mudar?
04 Urgência Quanto tempo podemos esperar?
O RESULTADO

Não entregamos apenas um mapa. Entregamos caminhos para agir.

O projeto pode terminar em recomendações ou avançar para pilotos, implementação e acompanhamento.

Conversar sobre nossa jornada
MÉTODO CAMINHO ATÍPICO

Entre o processo desenhado e a experiência vivida existe um espaço que precisa ser compreendido.

Nosso método combina observação, escuta, análise e experimentação para transformar evidências da jornada em melhorias aplicáveis.

Não partimos da solução. Primeiro entendemos onde a experiência realmente começa a gerar fricção.
SEIS MOVIMENTOS

Da experiência percebida para a transformação sustentada.

01

Observar

Entender como processos, ambientes, comunicações e interações foram estruturados.

PERGUNTA Como a jornada foi desenhada?
02

Escutar

Compreender como pessoas, gestores e áreas realmente vivem os diferentes momentos da jornada.

PERGUNTA Como a experiência é percebida?
03

Mapear

Conectar evidências, barreiras, padrões e pontos de contato para identificar onde agir.

PERGUNTA Onde a fricção se repete?
04
TRANSFORMAÇÃO

Redesenhar

Construir novas formas de executar processos, comunicar, orientar ou organizar a experiência.

PERGUNTA O que pode funcionar melhor?
05

Testar

Validar mudanças em pequena escala antes de expandir para toda a organização.

PERGUNTA A mudança melhora a experiência?
06

Sustentar

Incorporar aprendizados à governança, processos e práticas para evitar que a melhoria dependa de iniciativas isoladas.

PERGUNTA Como isso continua funcionando?
O ESPAÇO QUE INVESTIGAMOS

Jornada desenhada não é necessariamente jornada vivida.

01
A ORGANIZAÇÃO DESENHA Jornada formal
Políticas
Processos
Sistemas
Canais
Responsabilidades
CAMINHO
ATÍPICO
INVESTIGAMOS O GAP O que acontece entre intenção e experiência?
02
A PESSOA EXPERIENCIA Jornada real
Interpretação
Ambiente
Comunicação
Liderança
Esforço necessário
CA EX
NOSSO ESPAÇO DE ATUAÇÃO

O trabalho da Caminho acontece no espaço entre

a jornada desenhada pela empresa e a jornada realmente vivida pela pessoa.

NÃO É UM PROJETO LINEAR

Cada mudança gera novo aprendizado.

A experiência precisa ser observada novamente depois da mudança. Por isso, o método funciona como um ciclo de melhoria contínua.

EXPERIÊNCIA APRENDER
01 Observar
02 Escutar
03 Mapear
04 Redesenhar
05 Testar
06 Sustentar
UM PRINCÍPIO IMPORTANTE

Nem toda hipótese precisa virar uma transformação em escala.

Sempre que possível, mudanças podem ser testadas primeiro em uma etapa, equipe ou população específica — aprendendo antes de expandir.

01 Hipótese
02 Piloto
03 Evidência
04 Escala
O RESULTADO DO MÉTODO

Menos decisões baseadas em suposição. Mais decisões baseadas na experiência real.

Ver o que muda para a organização
O QUE MUDA PARA A ORGANIZAÇÃO

Quando a jornada melhora, a organização aprende a funcionar melhor.

O resultado não está apenas em tornar uma experiência mais confortável. Está em reduzir barreiras desnecessárias, aumentar clareza e tornar processos mais consistentes para pessoas, gestores e áreas.

Experiência melhor desenhada também melhora a qualidade do sistema.
EFEITOS ORGANIZACIONAIS

Cinco mudanças que tornam a experiência mais sustentável e menos dependente de improviso.

EXPERIENCE + PEOPLE + OPERAÇÃO
01

Menos fricção

Reduzimos esforço gerado por ambiguidades, rigidez, ruído, excesso de etapas ou dependência de interpretação.

NA PRÁTICA Mais energia dedicada ao que realmente gera valor.
02

Mais consistência

A experiência depende menos de quem está atendendo, liderando ou interpretando uma situação naquele momento.

NA PRÁTICA Processos mais previsíveis entre áreas e contextos.
03
MUDANÇA CENTRAL

Mais autonomia

Pessoas entendem melhor o que fazer, onde buscar suporte e quais caminhos estão disponíveis.

NA PRÁTICA Menos dependência de ajuda informal para navegar a organização.
04

Mais aprendizado

Barreiras recorrentes deixam de ser tratadas apenas como casos individuais e passam a informar melhorias de processo.

NA PRÁTICA Experiência individual gera inteligência organizacional.
05

Mais continuidade

Boas experiências deixam de depender exclusivamente de pessoas específicas, acordos informais ou soluções improvisadas.

O GANHO O que funciona pode ser incorporado a processos, referências e governança.
DA EXPERIÊNCIA REATIVA PARA A EXPERIÊNCIA DESENHADA

A diferença aparece na forma como a organização responde.

ANTES A experiência depende da situação
01

“Cada gestor resolve do seu jeito.”

02

Problemas aparecem apenas quando alguém reclama.

03

A pessoa precisa descobrir como navegar o sistema.

04

Soluções funcionam para um caso, mas não viram aprendizado.

05

Barreiras reaparecem em outras áreas.

MAPEAR
+ REDESENHAR
DEPOIS A experiência ganha estrutura
01

Existem referências mais claras para decisões recorrentes.

02

Fricções podem ser identificadas antes de se acumularem.

03

Pessoas entendem melhor processos e opções.

04

Aprendizados individuais informam mudanças sistêmicas.

05

A melhoria pode ser replicada e sustentada.

DA EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL AO APRENDIZADO ORGANIZACIONAL

Um caso pode ser individual. O padrão pode ser sistêmico.

Quando diferentes pessoas encontram a mesma barreira, o desafio deixa de ser apenas individual e passa a ser uma oportunidade de melhorar o sistema.

01Sinal Uma pessoa encontra uma dificuldade.
02Recorrência Situações semelhantes começam a aparecer.
03Padrão A barreira deixa de ser tratada como exceção.
04Melhoria Processo, ambiente ou prática são redesenhados.
O EFEITO QUE BUSCAMOS

Menos energia para navegar a organização. Mais energia para participar e entregar.

01
Compreender O que é esperado
02
Navegar Processos e escolhas
03
Participar Com menos barreiras
04
Entregar Com mais foco no resultado
CA 07
UMA EXPERIÊNCIA MELHOR DESENHADA

não significa retirar exigência ou expectativa.

Significa remover barreiras que não deveriam estar competindo com o trabalho.

AO LONGO DO TEMPO

Uma experiência mais acessível pode contribuir para participação, continuidade e capacidade de entrega.

O impacto específico depende do contexto, das barreiras encontradas e das mudanças implementadas. Por isso, evitamos promessas genéricas e trabalhamos com evidências da própria organização.

01 Participação Menos barreiras para acessar processos e interações.
02 Experiência Mais clareza e previsibilidade ao longo da jornada.
03 Continuidade Menos dependência de soluções frágeis ou individuais.
04 Governança Mais capacidade de aprender e corrigir recorrências.
A PRÓXIMA PERGUNTA

Onde a jornada da sua organização parece gerar mais fricção hoje?

Identificar nosso ponto de partida
PRÓXIMO PASSO

Onde a jornada da sua organização parece gerar mais fricção hoje?

Selecione o ponto que mais se aproxima da realidade atual. A partir dele, mostramos um possível caminho para começar.

Não é necessário saber exatamente qual é a solução. Podemos começar entendendo onde a experiência está mais difícil.
01 / ESCOLHA UM PONTO DA JORNADA Onde você percebe mais dificuldade?
02 / PONTO DE PARTIDA POSSÍVEL

Auditoria de experiência em recrutamento & seleção

01

Podemos começar analisando vagas, comunicação, etapas, critérios e formatos de avaliação para identificar onde o processo pode estar medindo algo diferente da competência necessária.

UMA JORNADA PODERIA COMEÇAR ASSIM
01
Auditar Vagas, etapas e critérios
02
Escutar Recrutadores e candidatos
03
Redesenhar Critérios e experiência
O QUE PODERÍAMOS INVESTIGAR
01

Clareza das descrições de vaga

02

Previsibilidade das etapas

03

Critérios usados em entrevistas

04

Alternativas de acessibilidade

OBJETIVO

Reduzir barreiras que não têm relação direta com a função e tornar o processo mais claro, previsível e capaz de observar as competências que realmente importam.

CONVERSAR COM A CAMINHO ATÍPICO

Podemos entender seu contexto e sugerir um primeiro ciclo compatível com o desafio e a maturidade da organização.

Conversar sobre este ponto

O primeiro passo pode ser apenas uma etapa da jornada. Não é necessário começar com uma transformação ponta a ponta.

COMEÇAR ONDE FAZ SENTIDO

Uma etapa pode ser o início de uma transformação maior.

Podemos começar por um ponto crítico, gerar evidências, aprender com a experiência e decidir onde expandir.

01Um ponto crítico Ex.: onboarding
02Um piloto Ex.: uma área
03Aprendizado O que funcionou?
04Escala Novas etapas
EXPERIÊNCIA & JORNADA

A inclusão não acontece em um único momento.

Atração
Entrada
Experiência
Desenvolvimento
Permanência

Ela acontece em toda a jornada.

CAMINHO ATÍPICO

Vamos descobrir onde sua experiência pode funcionar melhor?

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